Em Setembro
Dia 13 a TeSuna, numa rua perto de si....
Dia 14 ensaio, 21h, no local de costume! |
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Rapsódia
Ao passar a ribeirinha pus o pé
Molhei a meia, pus o pé
Molhei a meia, pus o pé
Molhei a meia.
Não casei na minha terra, fui casar
À terra alheia, fui casar
À terra alheia, fui casar
À terra alheia.
Ó oliveira da serra
O vento levar a flor (bis)
Ó i ó ai, só a mim ninguém me leva
Ó i ó ai, para ao pé do meu amor! (bis)
Indo eu, indo eu
A caminho de Viseu (bis)
Encontrei o meu amor
Ai Jesus que lá vou eu (bis)
Ora zuz, truz, truz
Ora zaz, traz, traz (bis)
Ora chega, chega, chega
Ora arreda lá p’ra trás (bis)
Ó Rosa arredonda a saia
Ó Rosa arredonda-a bem!
Ó Rosa arredonda a saia
Olha a roda que ela tem!
Olha a roda que ela tem,
Olha a roda que ela tinha
Ó Rosa arredonda a saia
Que fique bem redondinha!
Ó Laurindinha
Vem à janela (bis)
Ver o teu amor, ai ai ai
Que ele vai p’ra guerra (bis)
Aiiii, cachopa
Se queres ser bonita,
Arrebita, arrebita, arrebita (bis)
Ai verdinho meu verdinho
Esquecer-te não há maneira (bis)
Escorrega devagarinho
Apaga-me esta fogueira (bis)
Que importa o verde ser verde
Se me faz cantar na rua
Ai, verdinho meu verdinho
Não há cor igual á tua (bis)
Corpo de linho, lábios de mosto
Meu corpo lindo, meu fogo posto
Eira de milho, luar de Agosto
Quem faz um filho, fá-lo por gosto
É milho rei, milho vermelho
Cravo de carne, bago de amor
Filho de um rei, que sendo velho
Volta a nascer quando há calor
Minha palavra dita à luz do sol nascente
Meu madrigal de madrugada
Amor amor, amor amor, amor presente
Em cada espiga desfolhada
Lalalalala...
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